
Escadaria
A escadaria que aqui vemos é a escada de serviço do Palácio original traçado por Ludovice. A escadaria nobre, essa abria-se desde o átrio, em dois lances, semelhante à de Mafra e à dos outros palácios nobres que o arquiteto desenhou. No entanto, no século XIX o palácio foi transformado definitivamente em prédio de inquilinos e, mais tarde, a adaptação para Casa do Vinho do Porto, destruiriam tudo o que restava dessa escadaria principal de um palácio tão elogiado pelos seus contemporâneos.
Reza a lenda que parte dos materiais que agora vemos eram “restos” dos utilizados em Mafra… No entanto, tal estória conta-se também para a casa de Veraneio que o arquiteto mandou contruir fora da cidade, a Quinta da Alfarrobeira, hoje sede da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica. Nas duas lendas, a mesma anedota com o rei… Ludovice terá pedido a D. João V para usar os restos de materiais e logo o Magnânimo lhe terá respondido: “desde que não construa uma choupana!”
Nesta escadaria, destaque para o corrimão de mármore, original.
O revestimento a azulejo foi colocado já no século XIX, mas muito possivelmente alguns dos que estão colocados vieram de azulejos partidos do edifício original.
Na recuperação do edifício para Hotel, colocou-se o máximo cuidado na proteção e restauro da maior quantidade possível de materiais para que hoje o nosso hóspede possa usufruir de uma experiência única.
O Convento de Mafra foi a obra maior do arquiteto João Federico Ludovice, inspiração de um romance do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, que no seu “Memorial do Convento” conduz ao tempo da sua construção pela viva voz de personagens únicos e extraordinários. Convidamo-lo a saber mais deste Palácio Convento! Visite o link no sítio da UNESCO: https://whc.unesco.org/en/list/1573/gallery/ e veja com os seus próprios olhos as semelhanças de traço entre esse palácio e aquele onde agora se aloja.
Reza a lenda que parte dos materiais que agora vemos eram “restos” dos utilizados em Mafra… No entanto, tal estória conta-se também para a casa de Veraneio que o arquiteto mandou contruir fora da cidade, a Quinta da Alfarrobeira, hoje sede da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica. Nas duas lendas, a mesma anedota com o rei… Ludovice terá pedido a D. João V para usar os restos de materiais e logo o Magnânimo lhe terá respondido: “desde que não construa uma choupana!”
Nesta escadaria, destaque para o corrimão de mármore, original.
O revestimento a azulejo foi colocado já no século XIX, mas muito possivelmente alguns dos que estão colocados vieram de azulejos partidos do edifício original.
Na recuperação do edifício para Hotel, colocou-se o máximo cuidado na proteção e restauro da maior quantidade possível de materiais para que hoje o nosso hóspede possa usufruir de uma experiência única.
O Convento de Mafra foi a obra maior do arquiteto João Federico Ludovice, inspiração de um romance do Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, que no seu “Memorial do Convento” conduz ao tempo da sua construção pela viva voz de personagens únicos e extraordinários. Convidamo-lo a saber mais deste Palácio Convento! Visite o link no sítio da UNESCO: https://whc.unesco.org/en/list/1573/gallery/ e veja com os seus próprios olhos as semelhanças de traço entre esse palácio e aquele onde agora se aloja.






